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quinta-feira, 20 de abril de 2017

MONTEIRO LOBATO,UM HOMEM MULTIFACETADO



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MONTEIRO LOBATO, UM HOMEM MULTIFACETADO
Para se falar de um homem que não é um só, mas,muitos, melhor começar pelo começo.
José Renato Monteiro Lobato nasceu em Taubaté, São Paulo ,na fazenda Buquira  do seu avô, o Visconde de Tremembé, rico e influente fazendeiro  de café, a18 de abril de 1882, filho de José Bento Marcondes Lobato e de D. Olímpia Augusta Lobato.
Foi alfabetizado pela mãe e por um professor particular.
Aos 11 anos foi transferido para o Colégio São João Evangelista; em dezembro de 1896 foi para  S. Paulo e  logo depois de passar nos preparatórios cursou o Colégio Paulista,aproveitando o ensejo para fazer suas primeiras incursões literárias colaborando com alguns jornais estudantis sob o pseudônimo de Josben e Nhô Dito sendo o seu fino humor, à inglesa, elogiado pela revista FonFon e pelo jornal “O Estado de São Paulo”.

Espírito inquieto foi um dos fundadores do Cenáculo com os amigos Godofredo Rangel e Tito Lívio.
Obedecendo aos anseios do avô,formou-se em Direito e foi promotor em Areias,interior de S. Paulo.
Mas, seus verdadeiros interesses eram as artes, a pintura ,a caricatura a  qual  transformou em fonte de renda.
Casou-se com D. Pureza, prima distante e teve quatro filhos: Marta,Edgar,Guilherme e Rute.
A personalidade de Lobato,um homem sem meias palavras,honesto, verdadeiro,sem papas na língua,incomodava os conservadores e o seu nacionalismo,num pai s  que cultivava o estrangeirismo, causava espécie aos meios mais elitizados.
Lobato transferiu para seus “alter-egos”, a boneca Emília e, mais tarde,Miss Jane, personagem do livro profético , “O Presidente Negro”, muito da sua personalidade e do modo de sentir o mundo.
Homem de múltiplos interesses, Lobato era também editor.
Essa idéia nasceu da compra da “Revista do Brasil” onde publicava artigos polêmicos como “A Velha Praga”,um libelo contra as queimadas.
Daí começou a Companhia Editora Nacional que revolucionou o mercado editorial brasileiro como se pode observar nestes textos do seu maior biógrafo Edgar Cavalheiro:

É quando surge Monteiro Lobato. Tendo impresso por sua conta, nas oficinas d’ O Estado de São Paulo, mil exemplares de Urupês, verificara, ao ter os volumes prontos para venda, que em todo o território nacional existiam somente trinta e poucas casas capazes de receber o livro. Não era possível, por tão poucos canais, o escoamento daquilo que se lhe afigurava um despropósito de volumes. Dirige-se, então, ao Departamento dos Correios, solicita uma agenda e constata a existência de mil e tantas agências postais espalhadas pelo Brasil. Escreve delicada carta-circular a cada agente, pedindo a indicação de firmas ou casas que pudessem receber certa mercadoria chamada ‘livro’. Com surpresa recebe respostas de quase todas as localidades. De posse de nomes e endereços assim obtidos, procura entrar em contato com os possíveis clientes, escrevendo-lhes longa circular, portadora de original proposta: ‘Vossa Senhoria tem o seu negócio montado, e quanto mais coisas vender, maior será o lucro. Quer vender também uma coisa chamada livro? V. Sª não precisa inteirar-se do que essa coisa é. Trata-se de um artigo comercial como qualquer outro, batata, querosene ou bacalhau. E como V. Sª receberá esse artigo em consignação, não perderá coisa alguma no que propomos. Se vender os tais ‘livros’, terá uma comissão de 30%; se não vendê-los, no-los devolverá pelo Correio, com porte por nossa conta. Responda se topa ou não topa’.
Segundo Edgar Cavalheiro, o expediente lobatiano funcionou perfeitamente, pois:
“Quase todos toparam, e Lobato passou dos trinta e poucos vendedores anteriores, que eram as livrarias, para mil e tantos postos de vendas, entre os quais havia lojas de ferragens, farmácias, bazares, bancas de jornal, papelarias. O comércio de livros, que modorravam numa rotina galega, ganha impulso insuspeitado. As edições, que antes não ultrapassavam 400 ou 500 exemplares, e assim mesmo muito espacejadas, pulam imediatamente para três mil exemplares, e começam a surgir quatro, cinco, seis e até mais livros por mês.”
Antes de Lobato, o livro ,no Brasil, era sacralizado,produção para poucos escolhidos e os exemplares impressos na França ou Portugal.
Só os medalhões tinham vez.Não havia uma renovação literária.
Durante o período que Lobato esteve no comando literário das editoras Monteiro Lobato & Cia e Companhia Editora Nacional pelo menos 50 novos escritores foram apresentados ao público.
Muitos deles se tornaram mais tarde os principais propagandistas do modernismo brasileiro. A lista é extensa e variada. Foram editados nomes como: Godofredo Rangel, Paulo Setúbal, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida, Cornélio Pires, Afrânio Peixoto, Coelho Neto, Oliveira Viana, Pedro Calmon, Gastão Cruls, Rodolfo Teófilo, Papi Júnior, Oswald de Andrade, Tales de Andrade, Eduardo Carlos Pereira, Oswaldo Orico, Cesídio Ambrogi, Carlos Dias Fernandes, Djalma Andrade, Alberto Seabra, Otto Prazeres, Lucílio Varejão, Sud Menucci, entre outros.
Lobato era também tradutor e publicou livros polêmicos como “A luta pelo petróleo”, de Essad Bay.
Em 1918 publicou “Urupês”,um retumbante sucesso citado até por Ruy Barbosa,que considerou Jeca Tatu,um protótipo do brasileiro pobre, sem esperanças abandonado à miséria pelos governos.
Na esteira deste sucesso publicou “Cidades  mortas” e Idéias de Jeca Tatu”.
Em 1920, desiludido dos adultos,migrou para a literatura infantil,escrevendo “A menina do narizinho arrebitado”,Lúcia, que nunca foi re-editado,hoje considerado obra rara.
Reapareceu tempos depois, um pouco modificado como “Reinações de Narizinho”.A maioria das suas estórias in fantis passava-se no Sítio do Picapau Amarelo,no interior do Brasil,tendo como personagem D,Benta,uma sábia senhora,seus netos, Narizinho e Pedrinho e Tia Nastácia,faz-tudo da casa e símbolo da sabedoria popular, por quem o escritor tinha um imenso carinho.
Esses personagens foram complementados por entidades criadas pela imaginação do autor, como Emília,a irreverente  boneca falante,o aristocrático Visconde de Sabugosa,a vaca Mocha,o saci, o burro Conselheiro,a Cuca,  o porco Rabicó e o rinoceronte Quindim,além do Príncipe Escamado, do Reino das Águas Claras.
As crianças do sítio visitavam e eram visitados por todos os personagens das estórias infantis, como Peter Pan,Pinóquio,e Chapeuzinho Vermelho e a Bela Adormecida.
A moda de dona Benta ler era boa. Lia “diferente” dos livros. Como quase todos os
livros para crianças que há no Brasil são muito sem graça, cheios de termos do
tempo do onça ou só usados em Portugal, a boa velha ia traduzindo aquele
português de defunto em língua do Brasil de hoje. Onde estava por exemplo,
“lume”, lia “fogo”; onde estava “lareira” lia “varanda”. E sempre que dava com um
“botou-o” ou “comeu-o”, lia “botou ele”, “comeu ele” – e ficava o dobro mais
Interessante.
Em Reinações de Narizinho, o episódio da visita ao Reino das Abelhas é
exemplar para a concepção lobatiana de homem livre. Transcrevamos o diálogo
entre Narizinho e Emília:
– Já reparou, Emília, como é bem arrumado este reino? Uma verdadeira maravilha
de ordem, economia e inteligência! (...) O que admiro é como as abelhas sabem
aproveitar o espaço, (...) economizar cera, tudo dispondo de modo que a colméia
funcione como se fosse um relógio. Ah, se no nosso reino também fosse assim...
Aqui não há pobres nem ricos. Não se vê um aleijado, um cego, um tuberculoso.
Todos trabalham, felizes e contentes. (...)
– E quem manda aqui? Quem é o delegado?
– Ninguém – (...) Tenho notado que muitos dos personagens das minhas histórias já andam
aborrecidos de viverem toda a vida presos dentro delas. Querem novidade. Falam
em correr mundo a fim de se meterem em novas aventuras. Aladim queixa-se de
que sua lâmpada maravilhosa está enferrujando. A Bela Adormecida tem vontade
de espetar o dedo noutra roca para dormir outros cem anos. O Gato de Botas brigou
com o Marquês de Caraibas e quer ir para os Estados Unidos visitar o Gato Félix.
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De fato, o Pequeno Polegar foge de sua história e se torna bobo da corte no
Reino das Águas Claras, onde adota o nome de gigante   Fura-Bolos.
Como se vê, Lobato desmistificou a obsoleta literatura p/ crianças e lançou um novo modo de estórias contadas como só nossas avós sabiam fazer.
Polêmico,irreverente,político, Lobato venceu todas as armadilhas criadas pela vida e por seus pensamentos nacionalistas e liberais,enfrentou a prisão, mas,tirou de letra todos esses inconvenientes com o tamanho do seu gênio.
Morte:4 de julho de 1948 aos 66 anos.


                      EDITORA PIMENTA MALAGUETA


PALESTRA DO ESCRITOR LUCIANO MARINHO NO GABINETE PORTUGUÊS DE LEITURA,FEVEREIRO/2017

PALESTRA "OS CAMINHOS DA LITERATURA,EM PARIPE,SALVADOR NA ESCOLA ESTADUAL ALMIRANTE BARROSO,MARÇO/2017


LANÇAMENTO DO LIVRO DE ALCIONE EVOÁ,ABRIL 2017

                        ALGUMAS DAS NOSSAS PRODUÇÕES





OBRIGADA PELA VISITA
VOLTE SEMPRE!











sexta-feira, 14 de abril de 2017

NOSSA LITERATURA:ALCIONE EVOÁ


                                                      ESSA NÃO ARDE NO SEU BOL$O

                                                          APRESENTANDO O AUTOR
                                                                    ALCIONE EVOÁ                                                      

Vencedora do prêmio Lauro de Freitas de Literatura ,na categoria cordel,Alcione dedicou-se inteiramente á literatura  escrevendo e apresentando  peças de teatro  montadas com suas colegas de 30 anos da Infraero, finalmente realizada naquilo que sempre quis fazer e sabe fazer muito bem.
Seu livro "Ôxe!Quem Disse Que A Preguiça Mora Na Bahia?" ,já nasceu vitorioso ,pois foi quase todo vendido na primeira edição.

A capa, muito original ,foi feita pelo designer Alexandre Boure sobre ideia da autora.


                                                      MOMENTOS MÁGICOS DO LANÇAMENTO ,8/4/17                   

A ESCRITORA E MIRIAM DE SALES,PRESIDENTE DA EDITORA PIMENTA MALAGUETA



UMA VISÃO DO AMBIENTE ,MUITO REQUINTADO.

FILA DE AUTÓGRAFOS

ALCIONE  EVOÁ E SEU FILHO ,DANIEL,GRANDE INCENTIVADOR




MÚSICA  DE PRIMEIRA,ÉDEZ PRODUÇÕES

AMIGOS PRESENTES

BUFÊ DE COMIDAS BAIANAS  (MARLENE DO ACARAJÉ) 


A AUTORA,AUTOGRAFANDO.


                                               A EDITORA ,PELOS CAMINHOS DO MUNDO                           



                                                                FLIMAR, ALAGOAS                              


                                                                 FLIP,PARATY                                        


                                                  LANÇAMENTO EM SALVADOR                                



                                       FEIRA DE LIVROS,SALVADOR                                     



                                           NOSSO STAND NA BIENAL DA BAHIA                                 


                                                       PALESTRAFENELIVRO,PERNAMBUCO
                                        SALÃO INTERNACIONAL DO LIVRO,TURIM,ITÁLIA


FLICA,SALVADOR


                           INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DA BAHIA                     



                                                   MIRIAM DE SALES                                            

                                              ESCRITORA , EDITORA     E PALESTRANTE                              
MEMBRO DA ACADEMIA DE CULTURA DA BAHIA                       
MEMBRO DA APOLO,ACADEMIA DE LETRAS DE POÇÕES
MEMBRO DA ACADEMIA DE LETRAS Y ARTES DE BUENOS AYRES

                                            LIVROS PUBLICADOS                                        
                                                      MAKTUB 
                                               A BAHIA DE OUTRORA                            
                                    AS FILHAS DO GENERAL                          
                                           CONTOS E CAUSOS                             
                                     CONTOS APIMENTADOS                    
                         20 CONTOS DE AMOR E HUMOR                       


                                                            EU ESTOU AONDE O LIVRO ESTÁ                 



















domingo, 9 de abril de 2017

Lado Avesso: A DOR DO MEU SEMELHANTE É A MINHA DOR!

Lado Avesso: A DOR DO MEU SEMELHANTE É A MINHA DOR!:                                  PORQUE O MUNDO ANDA DE CABEÇA PRA BAIXO...                                       A DOR DO MEU SE...

sábado, 8 de abril de 2017

Contos e Causos: NOVAS ESTRATÉGIAS PARA VENDER SEU LIVRO

Contos e Causos: NOVAS ESTRATÉGIAS PARA VENDER SEU LIVRO:                                                           O BL O G DA CULTUR A                                                        ...

sexta-feira, 31 de março de 2017

Café com Pimenta - By Miriam: ESTAREII COMETENDO UM TRESLOUCADO GESTO?

Café com Pimenta - By Miriam: ESTAESTAREII COMETENDO UM TRESLOUCADO GESTO?:                                                                   ARDIDO COMO                                                           ...

segunda-feira, 27 de março de 2017

CONVERSA FIADA: VIVENDO E APRENDENDO!

CONVERSA FIADA: VIVENDO E APRENDENDO!:                                                 O WHATS APP DO SÉCULO PASSADO VIVENDO E APRENDENDO                              ...

sexta-feira, 24 de março de 2017

FIAT LUX!: A ASCENSÃO DO LIVRO DIGITAL

FIAT LUX!: A ASCENSÃO DO LIVRO DIGITAL: ...E SE FAÇA A LUZ!                                   A ASCENSÃO DO LIVRO DIGITAL                                      ...

quinta-feira, 16 de março de 2017

O CONTO POPULAR

                                     


                                                    ESSA NÃO ARDE NO SEU BOLSO...


O CONTO POPULAR
Quais as origens do conto popular? São as estórias de Trancoso, os contos de fadas,os contos da carochinha.
São importantíssimos  como expressão da psicologia coletiva dentre a literatura popular de um pais.Os contos são narrativas curtas com características próprias como concisão,densidade e precisão.Deve despertar curiosidade no leitor além de mantê-lo excitado e emotivo.
Nas   suas  diversas  modalidades,nas várias maneiras  como são transmitidos,nas adaptações,nos processos narrativos seja  com o auxílio da mímica ou  da entonação,eles representam um dos mais expressivos meios de comunicação populares e o próprio espírito de um povo.
No conto são documentados a sobrevivência, o registro dos usos e costumes, fórmulas jurídicas,letras mortas,a moral vigente naquelas épocas, e até as influencias estrangeiras sofridas por aquele povo.
Costumes  estranhos , bons ou maus ficam registrados para sempre nestes contos;e,através deles vemos que as paixões   humanas mudaram muito pouco na longa trajetória da humanidade.A experimenta,o luto – branco,a adoração pelo mantel,a posse jurídica pelo sapatinho,a poligamia,a astrologia legal,a fome sexual do senhor,as aventuras,a cavalaria andante,as provas a que eram submetidos os noivos,a virgindade das mulheres, o maltrato de crianças,o talião, vestígios de antigas civilizações,tudo ressurge nestes contos ,com doçura ou crueza.
O estudo da Novelística consagrou o conto popular,sua perene ancianidade e o texto tecido por muitas influências ,mas,que se torna regional pela inclusão de elementos nacionais de cada região.
A Gata Borralheira, Cinderela,Capinha Vermelha, está presente em todos os idiomas,nos elementos que se combinam,nas variantes tecidas á maneira do lugar;nos mais distantes continentes notamos que os contos têm a mesma origem,embora com elementos diferentes.Eles falam de amor e morte,ciúme ou crueldade,domínio e sofrimento.Influenciaram a pedagogia,a psicologia ,a literatura infantil,a psicanálise e até a história.
Partem de temas primitivos e obedecem a uma seqüência  imutável,contêm os mesmos obstáculos e os mesmos  finais.
Uma das estórias mais velhas  conhecidas , a dos irmãos Anepu e Batau terá cerca de 3200 anos e o papiro está no Museu Britânico.
Esse conto não ficou conhecido na Europa, porém,seus elementos estão contidos em vários contos europeus.
O sacrifício do boi para que a mulher coma o fígado  aparece no folclore brasileiro,Querino,Vaqueiro do Rei, e o Boi Leição,de Alagoas.
Os contos populares dividem-se em : contos de animais,estórias populares e gracejos ou anedotas.Há,também,os motivos mitológicos,o tabu,a magia,as maravilhas, a morte,a sabedoria e a tolice,as decepções,a roda da fortuna,os cativos e senhores,a religião e o caráter,o humor,os contos de encantamento  etc.
Os Irmãos Grimm fizeram um trabalho fabuloso de compilação dos mais antigos e variados contos alemães. Assim como Charles Perrault,com os franceses.
Câmara Cascudo classificou os contos  assim:
Contos de encantamento: contos de fadas,estórias da carochinha,contos mágicos,sobrenaturais etc.
Contos de exemplo: contos morais,conselhos etc.
Contos de animais: fábulas.
Contos religiosos: parábolas.
Contos explicativos: falam da origem, forma,hábito,disposição de um animal,vegetal ou mineral.
EX: o filho que levantou a mão parapara a mãe e quando morreu não se decompôs, ficou mumificado.
Contos de adivinhação: o popular “o que ,o que é?”
Contos acumulativos: aqueles que nunca chegam ao final,uma estória puxa a outra,provavelmente o precursor das novelas.
Contos de Anedotas: o Pedro Malasartes,Gil Blás,as patranhas de Juan Timoneda.
Também temos as Novelas Denunciantes onde um crime é desmascarado.Ex: A Eneida,de Virgílio.
Os contos onde o demônio é sempre enganado pela  astúcia dos homens ou mulheres com ou sem a intervenção de Deus.
O Ciclo da Morte onde ela aparece como inimiga ou aliada, inevitavelmente vencedora.
As novelas, certamente,se originaram dos contos;Gil Vicente citava “aqueles que se enfadam nas igrejas,mas,ficam  noites e dias ouvindo novelas e parecem muito folgar com isso.”
Já   existia ,no sec.XVI as Histórias de  Gonçalo Fernandes Trancoso,”Contos e histórias de Proveito e Exemplos”,que viraram  febre em Portugal e chegaram ao Brasil em 1618,seguidos pelos contos de Perrualt,em francês e as histórias da Carochinha de Dom Francisco Moraes de Melo.
Ouvir estórias, contar estórias,saber estórias.Magnífico ofício.Ofício plural!


                                 NOSSOS AUTORES


MOINA BARTILOTTI,AUTORA DO LIVRO  INFANTIL "O PIQUENIQUE DE PLATÃO TÃO TÃO QUE ENSINA O PRINCÍPIO DA FILOSOFIA A  CRIANÇAS E  ADOLESCENTES.

                                                                                  IN MEMORIAN

       

O POETA DERVAL MAGALHÃES NOS DEIXOU ANO PASSADO.
UM POETA NÃO MORRE FICA ENCANTADO.



                                                             


 A EDITORA PIMENTA MALAGUETA  HÁ 3 ANOS NO SALÃO INTERNACIONAL DE TURIM,ITÁLIA.



NOSSA SELETA "PANORAMA DA LITERATURA BRASILEIRA II"


MIRIAM DE SALES,PRESIDENTE

                                                            QUER PUBLICAR SEU LIVRO?
                                                                               CONSULTE-NOS!
                        LIVROS IMPRESSOS E DIGITAIS DE ALTA QUALIDADE!

                                                                             miriamdesales@gmail.com